Postado pela primeira vez em ''cá com meus botões'', e com grandes motivos para fazê-lo novamente.
Lentamente, deixe
lentamente ele vem
volta a bater
volta a viver
Razão de agora
soluço de outrora
seu domínio tão escasso
não tomará o espaço
que chamo de Emoção
Memória insolente
por ventura, um repente
fagulhas de poesias
não fizeram-me a cortesia
de poupar o coração
Mas lentamente
Lentamente ele vem
volta a bater
volta a viver
Acordes de escárnio,
armadilha que não caio,
sofridão que não interessa
cartazes de uma peça
que nem chamam atenção
E hoje canto, canto
e rio desse pranto
perdoando a arritimia
celebrando a ironia
de só amar meu violão
E lentamente
tão rapidamente ele vem
já voltou a bater
já voltou a viver
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